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Governo de Minas vai investir em obras nas rodovias que cortam o estado

O Governo de Minas anunciou um investimento de R$ 2 bilhões em obras rodoviárias. O dinheiro será aplicado em pavimentação, construção de pontes e recuperação funcional de estradas.

A maior parte dos recursos – cerca de R$ 1,4 bilhão – é oriunda do acordo assinado com a Vale para a reparação de danos causados pelo rompimento da barragem em Brumadinho. Parte das obras estava prevista no termo.

O programa, chamado Provias, vai contemplar 55 intervenções de recuperação funcional em 1.770 km de malha rodoviária e 44 de pavimentação e construção de pontes em cerca de 807 km.

Cerca de R$ 120 milhões são provenientes do Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado entre o estado e a Fundação Renova. O restante é oriundo de convênios e emendas parlamentares, parcerias com empresas e convênios com prefeituras.

Segundo o estado, a expectativa é que 8 mil empregos diretos e 24 mil indiretos sejam gerados com a execução das obras.

"São quase 100 empreendimentos rodando ao mesmo tempo em todas as regiões do estado já em 2022 (...) Teremos, em 2022, 50% da malha considerada ruim ou regular no estado sendo atacado, e os projetos para os outros 50% serão atacados em 2023", afirmou o secretário estadual de Infraestrutura e Mobilidade, Fernando Marcato. Entre as obras incluídas no pacote, estão a recuperação funcional da BR-367, no Vale do Jequitinhonha, que liga Minas Gerais a Bahia; a pavimentação da LMG-760, entre o Parque Estadual do Rio Doce e o entroncamento para a BR-262, em São José do Goiabal, na Região Central; e a construção de uma ponte sobre o Rio São Francisco, na MG-402, no Norte de Minas.

Seis trechos de estradas que passam por municípios da região de Brumadinho vão receber investimento de R$ 580 milhões. As intervenções incluem a construção de uma ponte sobre o Rio Paraopeba, no município de Papagaios, na Região Central do estado.

"Temos muito o que fazer, mas pelo menos agora, em vez de as nossas estradas continuarem se deteriorando, elas vão tomar o caminho inverso", disse Zema.




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